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Livros fundamentais sobre a Vanguarda Soviética dos anos de 1893 até 1936

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O GRANDE EXPERIMENTO - Arte Russa 1863-1922
autora: CAMILLA GRAY



ISBN 85-98679-01-1

Concepção e projeto gráfico, desenho da capa e das guardas internas, escaneamento das imagens originais, fotos das imagens coloridas, tratamento de todas as imagens, tradução e revisão:
L. A. Pitanga do Amparo (PhD Arquitetura e Urbanismo USP)

318 páginas em papel couché fosco no formato A4 (29,7cm x 21,0cm)
264 ilustrações sendo 36 ilustrações a cores
Capa dura e guardas internas a cores com laminação fosca
Reedição do texto completo da edição original, em grande formato, de 1962


O Grande Experimento - Arte Russa 1863-1922
Notas do Editor e Tradutor

A escola alemã Bauhaus e os seus artistas, designers e arquitetos foram, nos cinqüenta e sete anos que vão de 1932 a 1989, tema recorrente e parâmetro para a compreensão e avaliação do movimento moderno em toda e qualquer faculdade de Artes-plásticas, Arquitetura ou História no Ocidente.
No mesmo período citado, em quantas escolas, academias ou faculdades do Ocidente foi estudada e discutida a importância da sua contrapartida russa, o Vkhutemas?
Ainda no mesmo período citado, ou seja, no transcurso de 57 anos no século XX, foram editadas no Ocidente cerca de 400 (quatrocentas) obras (livros) que tratam exclusivamente da Bauhaus, enquanto que, pasmem, foram editadas 0 (zero) obras que tratam exclusivamente do Vkhutemas.
Sim, a primeira obra que trata da mais importante escola de arte, design e arquitetura do século XX só foi publicada no Ocidente cerca de trinta anos após os últimos anos da sua gloriosa existência...
Este livro, que agora chega às nossas mãos, interrompe essa magnífica jornada à arte russa nos finais dos anos de 1920, pois Camilla Gray, e ninguém mais antes dela, soube sabiamente separar o joio do trigo. E exatamente por esse motivo foi equivocada e injustamente criticada pelos intelectuais e acadêmicos de seu tempo que, cegos, não conseguiram identificar a gritante incongruência entre arte greco-romana ou neoclássica (ícones indissociáveis dos regimes fascista e nazista de Mussollini e Hitler) e o comunismo.
Não é sem razão que nas últimas décadas alguns filósofos, sociólogos e historiadores, que ousavam prescindir das artes, plenamente confiantes em seus instrumentais científicos de análise, para avaliarem os fenômenos sociais, descobririam que, ao contrário, é precisamente através de uma rigorosa e constante investigação das artes e seus epifenômenos que se poderia obter um valioso instrumental de análise do comportamento sócio-político-cultural de uma sociedade
Este livro tem como fio condutor a arte como força socialmente ativa, buscando explicar a grande revolução estética conhecida por construtivismo russo, desde os vanguardistas de 1870 até 1922 e é considerado, até hoje, por todos os historiadores que abordaram o período, a mais abrangente obra que trata do maior e mais importante fenômeno artístico e cultural do século XX - a vanguarda russa nas artes e na arquitetura.

O livro traz biografias e depoimentos de artistas, bibliografia selecionada, bibliografia russa, referências a textos, lista de obras reproduzidas, índice onomástico e pranchas preto & branco de 228 obras citadas além de 36 pranchas a cores

 

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ARQUITETURA CONSTRUTIVISTA - URSS 1917-1936
autor: VITTORIO DE FEO


ISBN 85-98679-02-X
Concepção e projeto gráfico, desenho da capa e das guardas internas, escaneamento das imagens originais, fotos das imagens coloridas, tratamento de todas as imagens, tradução e revisão: L. A. Pitanga do Amparo (PhD Arquitetura e Urbanismo USP)
312 páginas em papel couché fosco no formato A4 (29,7cm x 21,0cm)
313 ilustrações (sendo 18 ilustrações a cores) com legendas em português, italiano e inglês
Capa dura com guardas internas a cores com laminação fosca
Reedição mundial do texto completo da edição original, italiana, de 1963

 

Arquitetura Construtivista - URSS 1917-1936
Notas do Editor e Tradutor

A primeira obra, editada no Ocidente, a tratar, após trinta anos de silêncio e indiferença, da arquitetura russa de vanguarda.
A obra de Vittorio De Feo é citada por todos os historiadores que se dedicaram, após sua iniciativa pioneira, a analisar o fenômeno - gigantesco e vergonhoso vazio da historiografia ocidental - que foi a vanguarda russa e que, em parte, graças à sua corajosa empreitada, é, atualmente, considerada a mais importante contribuição às artes do século XX.
Com emoção e grandeza, Vittorio De Feo retrata a multiplicação incontrolável dos eventos artísticos e culturais que, logo após a revolução bolchevique, invadiriam as praças, ruas, avenidas, carros, bondes e embarcações, nos chamados agit-prop, espalhando-se por todo o país.
O fenômeno, sem paralelo na história da humanidade, transformaria um país fundamentalmente agrário numa potência emergente e, para além dos experimentos estéticos inovadores em todos os campos da arte e arquitetura, lá seriam realizadas as primeiras experiências de industrialização, em larga escala, para a construção de novas cidades.
Tal fato despertaria o interesse imediato dos mais importantes arquitetos e urbanistas do Ocidente que acorreriam para conferir, in loco, estas monumentais realizações e participar dos concursos internacionais lá organizados e, até mesmo, colaborar ativamente como o fizeram Hannes Mayer, Ernest May e Bruno Taut.
Ao romper as fronteiras geográficas, a divulgação das idéias e métodos de ensino do Vkhutemas - instituto que abrigava oito faculdades em sua estrutura físico-pedagógica -, acarretaria, seja através de Malevich ou Lissitzky que deram palestras, publicaram obras e expuseram suas obras na Alemanha seja por meio de Kandinsky ou Moholy Nagy, que lecionaram na Bauhaus aplicando os métodos desenvolvidos no Vkhutemas, no fato, já comprovado pelo historiador Kenneth Frampton, de que, a partir de 1923, graças às correspondências havidas entre Rodchenko e Moholy Nagy, a Bauhaus ficou sob direta influência do Vkhutemas.
Apesar do desfecho trágico das artes e arquitetura soviéticas, com a decretação oficial do fim das vanguardas e a subseqüente imposição do realismo socialista - monstrengo stalinista de inspiração neo-clássica greco-romana, corajosamente narrado por Vittorio De Feo após o silêncio ensurdecedor de trinta anos do establishment e, pasmem, das esquerdas, que também silenciaram apoiando, irresponsavelmente, o que restou de um comunismo degenerado em comuno-fascismo de um dos maiores genocidas da história moderna, haja vista a arte e a arquitetura de idêntico teor ter sido adotada na Alemanha nazi-fascista com o fim da Bauhaus - o legado do período genuinamente comunista acabaria por influenciar e revolucionar, ainda que por via indireta, as artes e a arquitetura do século XX.
Daí a urgência dessa recuperação histórica que, quiçá, venha a ser um passo adiante na gigantesca mas necessária tarefa de reescrever a história das artes e da arquitetura do século XX.
Esta reedição histórica, que preenche outra grave lacuna editorial, no caso, de mais de 40 anos, é absolutamente fidedigna ao texto original de 1963.
Além das imagens originais, totalmente retrabalhadas e ampliadas, acrescentaram-se novas imagens a cores do acervo pessoal do editor e tradutor, num totalmente novo projeto gráfico, nova capa e guardas internas a cores com imagens inéditas enriquecendo e atualizando este valioso registro da história da arquitetura moderna, perversamente ocultado por 30 anos, que teve lugar, nos anos de 1917-1936, na antiga U.R.S.S.
Dirigida a todos os estudantes, arquitetos, historiadores e estudiosos da arte e da arquitetura do século XX

 

 


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